Quando lemos e tentamos acompanhar os acontecimentos em nossa cidade, nosso Estado ou em nosso Brasil, dirigimos os nossos pensamentos para épocas outras em que havia personalidades conhecidas por todos e colocadas na posição de estadistas. Ou seja, pessoas que iam além de seus limites ou posições pessoais quando se tratava de coisa e causa públicas.
Claro está que minha memória vai falhar com respeito a alguns nomes, mas se pusermos nossa lembrança a funcionar um pouco vamos encontrar líderes paranaenses como Bento Munhoz da Rocha Netto, Pedro Viriato Parigot de Souza, Francisco Accioly Filho, Ney Aminthas de Barros Braga, José Richa, Othon Maeder, entre outros, que seguramente poderiam figurar como estadistas brasileiros.
Das personalidades ainda vivas, ouso mencionar alguns nomes que poderiam figurar como verdadeiros estadistas atuais, embora estejam presos, acuados e inutizados dentro do caótico sistema político-partidiário, manipulado pelo poder econômico: Euclides Scalco, Osmar Serraglio, Rubens Bueno, Alceni Guerra, Gustavo Fruet. Tenho esperanças de que eles, e mais alguns outros, possam entrar na galeria de estadistas que o Paraná merece ter, se conseguirem sair das amarras partidárias em que se encontram.
Não estranhem que não incluí os senadores atuais, os últimos governadores, alguns prefeitos de cidades maiores ou menores na minha lista; calculo que eles tiveram inúmeras oportunidades de serem vistos como estadistas mas resolveram tratar dos seus sonhos apenas pessoais, poucas vezes em nome da comunidade paranaense. Infelizmente.
No resto, nossa esperança é de que possamos um dia, não muito distante, espero, descobrir que temos, finalmente, gente nos honrando e se situando como estadista...
Este blog ousa querer aumentar o conhecimento, registrando pensamentos, experiências, vivências, trocas. Afinal, são quase 50 anos buscando errar menos, acertar mais, ajeitar formas para entender e ampliar horizontes, ocupar os espaços, ser útil, fazer acontecer. E ter em mente que os próximos segundos, minutos, horas e dias serão bem melhores. Aceita-se todo tipo de ajuda, desde que tenha e ofereça otimismo. É a nossa declaração de princípios.
terça-feira, 17 de julho de 2007
sábado, 14 de julho de 2007
Incêndios, Biodiesel, o Bem ou o Mal
1. Mais de 90 mil acres no Noroeste dos Estados Unidos, apenas no Estado do Oregon, foram afetados por incêndios. Com isso, muito de sua produção foi afetado, implicando em aumento de importações de produtos agrícolas.
2. O Estado do Oregon está entusiasmado com seu projeto de produzir em breve 84 milhões de galões de biodiesel.
3. O filme de Harry Potter, que tanto movimentou a juventude mundial nesta semana, está sendo visto como fraco pela crítica norte-americana, que parece refletir o atual momento mundial, o da dúvida. Se faz ou não faz, se usa ou não os amigos, se se decide por qual rumo tomar, pelo bem ou pelo mal.
2. O Estado do Oregon está entusiasmado com seu projeto de produzir em breve 84 milhões de galões de biodiesel.
3. O filme de Harry Potter, que tanto movimentou a juventude mundial nesta semana, está sendo visto como fraco pela crítica norte-americana, que parece refletir o atual momento mundial, o da dúvida. Se faz ou não faz, se usa ou não os amigos, se se decide por qual rumo tomar, pelo bem ou pelo mal.
A dureza da primeira pessoa
Confesso que tive muitas dificuldades, e isso durou alguns anos, para me condicionar a usar a primeira pessoa quando escrevia qualquer tipo de texto jornalístico. Você imagina sair do seu costume, do seu jeito, quando durante mais de 10 anos usava nos textos apenas a terceira pessoa? Pois foi assim.
No início da atividade jornalística, na redação da 'Última Hora', nosso manual de redação orientava que os textos deveriam sempre ser impessoais, nada de comentários na notícia e muito menos o uso da primeira pessoa. A não ser que fosse coluna social, então comandada pela saudosa amiga Celina Luz e pelo não menos saudoso Nelsinho Faria.
No UH, minha coluna era chamada 'Fala o Povo", tendo substituído um grande amigo, inclusive de moradia, Sérgio Almeida (ele, Mauro e Dutra me deixavam morar no seu apartamento do Edifício Asa), claro que a primeira pessoa não era usada. Quando passamos, Mauro Ticianelli, Celina Luz e eu, para o jornal 'Diário do Paraná', ainda em 1964, depois de fechado o jornal UH, minha coluna continuava usando a terceira pessoa, com o nome 'O Povo Reclama'. Mais tarde, assumindo a coluna 'Ciranda dos Clubes', o tratamento na terceira pessoa continuou.
Mesmo quando assumi o lugar de Eddy Antonio Franciosi, tanto na coordenação do Concurso Miss Paraná quanto na coluna social do 'Diário do Paraná', dei continuidade ao padrão, sempre na terceira pessoa.
E estava bem assim até que assumi a Assessoria de Relações Públicas da Copel em Cascavel e, ao mesmo tempo, a coluna social do jornal 'O Paraná', em meados de 1976. Começou meu drama interior de usar a primeira pessoa, até pelo costume dali, em coluna social. Acho que cheguei a me acostumar com isso uns três anos depois. Sempre achei que era um tanto pretensioso vocë usar a primeira pessoa nos textos. E tinha meus motivos: a simplicidade na comunicação deveria ser a mais impessoal possível, ela se apresentaria ao leitor mais suavemente sem uma postura pessoal, sem uma posição, sem um direcionamento, sem impor nada a ninguém.
Bom, continuo achando que redigir qualquer assunto, com conteúdo, na terceira pessoa, ainda seria uma boa. Você se compromete menos, não opina, não chama processos e desmentidos e permite que o seu leitor decida em que posição está, se está a favor ou contra, se aquele conteúdo acrescenta ou não no seu conhecimento, se a função jornalística foi ou está sendo bem exercida.
Tenho alguns autores que são mestres no tema. Prometo, um dia, mencionar seus nomes.
No início da atividade jornalística, na redação da 'Última Hora', nosso manual de redação orientava que os textos deveriam sempre ser impessoais, nada de comentários na notícia e muito menos o uso da primeira pessoa. A não ser que fosse coluna social, então comandada pela saudosa amiga Celina Luz e pelo não menos saudoso Nelsinho Faria.
No UH, minha coluna era chamada 'Fala o Povo", tendo substituído um grande amigo, inclusive de moradia, Sérgio Almeida (ele, Mauro e Dutra me deixavam morar no seu apartamento do Edifício Asa), claro que a primeira pessoa não era usada. Quando passamos, Mauro Ticianelli, Celina Luz e eu, para o jornal 'Diário do Paraná', ainda em 1964, depois de fechado o jornal UH, minha coluna continuava usando a terceira pessoa, com o nome 'O Povo Reclama'. Mais tarde, assumindo a coluna 'Ciranda dos Clubes', o tratamento na terceira pessoa continuou.
Mesmo quando assumi o lugar de Eddy Antonio Franciosi, tanto na coordenação do Concurso Miss Paraná quanto na coluna social do 'Diário do Paraná', dei continuidade ao padrão, sempre na terceira pessoa.
E estava bem assim até que assumi a Assessoria de Relações Públicas da Copel em Cascavel e, ao mesmo tempo, a coluna social do jornal 'O Paraná', em meados de 1976. Começou meu drama interior de usar a primeira pessoa, até pelo costume dali, em coluna social. Acho que cheguei a me acostumar com isso uns três anos depois. Sempre achei que era um tanto pretensioso vocë usar a primeira pessoa nos textos. E tinha meus motivos: a simplicidade na comunicação deveria ser a mais impessoal possível, ela se apresentaria ao leitor mais suavemente sem uma postura pessoal, sem uma posição, sem um direcionamento, sem impor nada a ninguém.
Bom, continuo achando que redigir qualquer assunto, com conteúdo, na terceira pessoa, ainda seria uma boa. Você se compromete menos, não opina, não chama processos e desmentidos e permite que o seu leitor decida em que posição está, se está a favor ou contra, se aquele conteúdo acrescenta ou não no seu conhecimento, se a função jornalística foi ou está sendo bem exercida.
Tenho alguns autores que são mestres no tema. Prometo, um dia, mencionar seus nomes.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Isso não nos pertence mais!
Lembram daquele quadro da TV em que a atriz fala que "isso não lhe pertence mais", dirigindo-se aos que ainda se consideravam ricos, privilegiados com as coisas? Pois poderemos ir nesse diapasão e usar a mesma expressão para:
1. VIAJAR DE AVIÃO - antes, bastava você comprar uma passagem, um pacote e, mala em punho ou no carrinho, puff, lá ia você sem problemas curtir umas férias por onde queria. Isso não nos pertence mais, somos hoje vistos e tratados como gado, com dinheiro claro, para não viajar no horário, não ser bem atendido, não ter a quem reclamar muito menos à Justiça e não ter governo que respeite ou defenda o cidadão.
2. PEQUENAS CAUSAS - foram criadas varas especiais para as chamadas pequenas causas, de até certo valor, evitando assim que os Tribunais acumulassem processos de importâncias menores. Pois bem: hoje, as audiências levam meses e meses para serem marcadas, são remarcadas para seis a oito meses quando uma das pares não comparece e, pasmem, somem processos atualmente quando os envolvidos são grandes corporações, bancos, etc!!!! Justiça ágil não nos pertence mais...
(continuaremos, sim, nos próximos dias)
1. VIAJAR DE AVIÃO - antes, bastava você comprar uma passagem, um pacote e, mala em punho ou no carrinho, puff, lá ia você sem problemas curtir umas férias por onde queria. Isso não nos pertence mais, somos hoje vistos e tratados como gado, com dinheiro claro, para não viajar no horário, não ser bem atendido, não ter a quem reclamar muito menos à Justiça e não ter governo que respeite ou defenda o cidadão.
2. PEQUENAS CAUSAS - foram criadas varas especiais para as chamadas pequenas causas, de até certo valor, evitando assim que os Tribunais acumulassem processos de importâncias menores. Pois bem: hoje, as audiências levam meses e meses para serem marcadas, são remarcadas para seis a oito meses quando uma das pares não comparece e, pasmem, somem processos atualmente quando os envolvidos são grandes corporações, bancos, etc!!!! Justiça ágil não nos pertence mais...
(continuaremos, sim, nos próximos dias)
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Então, tá (I)
1. O pessoal que coordena os Jogos Pan-Americanos, no Rio, encontra-se com um problema: antes mesmo de começarem, já terminou o estoque de camisinhas que foram distribuídas aos atletas. A pergunta é uma só: para se exercitarem e se prepararem para as competições, o sexo é um dos quesitos de treinamento? Então, tá.
2. Numa visível cumplicidade (!) existente entre o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, Nelson Justus, e o líder da bancada do Governo no Legislativo, Luiz Cláudio Romanelli, este queria saber quanto tempo duraria o depoimento do ex-procurador do Estado Sérgio Botto de Lacerda. A resposta do 'amigo' Justus: "o tempo que durar". Então, tá.
3. De repente surgem notícias sobre diversas ONGs, sob os mais variados títulos, envolvidas em situações de irregularidades. Essas irregularidades, claro, estão no dinheiro recebido e não aplicado, sem prestações de contas, apropriações indébitas, contas bancárias físicas envolvidas. A maioria aquinhoada com recursos da União, parece, a fundo perdido. O Banco Central, e os órgãos fiscalizadores disso tudo, informam que têm dificuldades em esclarecer isso, mesmo possuindo potentes sistemas eletrônicos que podem levantar de modo instantâneo dados dos repasses recebidos e redistribuídos. Então, tá.
2. Numa visível cumplicidade (!) existente entre o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, Nelson Justus, e o líder da bancada do Governo no Legislativo, Luiz Cláudio Romanelli, este queria saber quanto tempo duraria o depoimento do ex-procurador do Estado Sérgio Botto de Lacerda. A resposta do 'amigo' Justus: "o tempo que durar". Então, tá.
3. De repente surgem notícias sobre diversas ONGs, sob os mais variados títulos, envolvidas em situações de irregularidades. Essas irregularidades, claro, estão no dinheiro recebido e não aplicado, sem prestações de contas, apropriações indébitas, contas bancárias físicas envolvidas. A maioria aquinhoada com recursos da União, parece, a fundo perdido. O Banco Central, e os órgãos fiscalizadores disso tudo, informam que têm dificuldades em esclarecer isso, mesmo possuindo potentes sistemas eletrônicos que podem levantar de modo instantâneo dados dos repasses recebidos e redistribuídos. Então, tá.
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Nem tudo são flores cheirosas
1. Acabaram de descobrir esquemas escabrosos na Petrobrás, a maior empresa dita brasileira (embora a composição acionária apenas permite que o Brasil designe diretorias, as decisões são tomadas por um corpo acionário que detém mais de 65% das ações), com empresas terceirizadas e quarterizadas (ou seria cartelizadas?) tendo acesso a detalhes de licitações, informações privilegiadas, etc. Há quem analise desde já que muita coisa vai ser posta debaixo do tapete, até que tudo esfrie, e a imprensa maldita pare de atasanar os que estão no poder.
2. O governo venezuelano vai comprar títulos da Bolívia, sim, repassar dinheiro, para que a Bolívia pague a Petrobrás a título de indenização pelos equipamentos que a empresa dita brasileira deixe ali, para que os dois, Evo e Chavez, se divirtam com a passividade do governo brasileiro. E nós, aqui embaixo, pagaremos os prejuízos, como sempre, pois o dinheiro perdido é cobrado no combustível que temos que usar por aqui... Para que anualmente os 65% dos acionistas da Petrobrás tenham bilhões de lucro.
3. Lá como cá, a passividade e a falta de educação são as mesmas. No cinema local, de Pendeton, Oregon, USA, houve na madrugada desta quarta-feira o lançamento do último filme do Harry Potter. Muita gente, que ficou mais de oito horas na fila, à espera da abertura da bilheteria, teve que enfrentar um grupo de adultos mal-educados, com alguns jovens idem, que simplesmente quinze minutos antes da abertura invadiu o local e furou a fila. De nada adiantaram reclamações e outras medidas, eles furaram a fila e pronto. Não é só no Brasil que isso acontece.
2. O governo venezuelano vai comprar títulos da Bolívia, sim, repassar dinheiro, para que a Bolívia pague a Petrobrás a título de indenização pelos equipamentos que a empresa dita brasileira deixe ali, para que os dois, Evo e Chavez, se divirtam com a passividade do governo brasileiro. E nós, aqui embaixo, pagaremos os prejuízos, como sempre, pois o dinheiro perdido é cobrado no combustível que temos que usar por aqui... Para que anualmente os 65% dos acionistas da Petrobrás tenham bilhões de lucro.
3. Lá como cá, a passividade e a falta de educação são as mesmas. No cinema local, de Pendeton, Oregon, USA, houve na madrugada desta quarta-feira o lançamento do último filme do Harry Potter. Muita gente, que ficou mais de oito horas na fila, à espera da abertura da bilheteria, teve que enfrentar um grupo de adultos mal-educados, com alguns jovens idem, que simplesmente quinze minutos antes da abertura invadiu o local e furou a fila. De nada adiantaram reclamações e outras medidas, eles furaram a fila e pronto. Não é só no Brasil que isso acontece.
segunda-feira, 9 de julho de 2007
E se fossem abertas algumas caixas-pretas?
Cá para nós, e se no Brasil fossem abertas algumas verdadeiras "caixas-pretas"? Aconteceria alguma coisa boa ou apenas teríamos que manter, claro que a custos mais econômicos, todos os envolvidos nas prisões. Afinal, presos eles não onerariam tanto o país, deduzimos, a não ser que os presos fossem do time do Marcola. Vejamos:
1. E se tirassem as imunidades do Ibrahim Abi-Akel, reapareceriam os diamantes e outras pedras apreendidas em flagrante quando ele era ministro poderoso da nossa Justiça?
2. E se todos os ex-ministros da Previdência Social do Brasil, digamos, os dos últimos trinta anos, fossem chamados para revelar o que aconteceu com as arrecadações específicas previdenciárias e nos dizerem quais e quantas leis exdrúxulas foram aplicadas para diferenciarem pensões e aposentadorias das áreas privadas e oficiais? Estaria resolvido o nosso problema do chamado falido sistema previdenciário brasileiro?
3. E se os fundos de pensões do nosso Estado e do nosso país revelassem assinaturas, datas e maiores dados de ordens emanadas de gabinetes vários para que comprassem títulos evidentemente pré-podres antes das eleições recentes, digamos, as três últimas? Os seus balanços certamente apresentariam maiores rentabilidades...
4. E se alguém realmente interessado em aclarear falcatruas em nosso país reabrisse todas as operações do antigo DNER, digamos dos últimos trinta anos? Teríamos talvez de volta tanto dinheiro que daria para implantar sistemas de transporte ferroviário perfeito, com trens-bala ligando o país inteiro. Um chute meu, mas não estaria longe da realidade.
5. E se alguém pedisse que os diários oficiais divulgassem realmente todos os títulos emitidos pelos Governos dos Estados, que levaram a denominação de precatórios, para responsabilizar quem os emitiu e quem prevaricou nos cargos e nas funções exercidas?
6. E se os bancos oficiais publicassem suas normas internas que estabelecem juros menores para seus funcionários, sistemas habitacionais subsidiados que afrontam leis e regulamentos estabelecidos para os cidadãos comuns, os maiores contribuintes e mantenedores do poder público?
1. E se tirassem as imunidades do Ibrahim Abi-Akel, reapareceriam os diamantes e outras pedras apreendidas em flagrante quando ele era ministro poderoso da nossa Justiça?
2. E se todos os ex-ministros da Previdência Social do Brasil, digamos, os dos últimos trinta anos, fossem chamados para revelar o que aconteceu com as arrecadações específicas previdenciárias e nos dizerem quais e quantas leis exdrúxulas foram aplicadas para diferenciarem pensões e aposentadorias das áreas privadas e oficiais? Estaria resolvido o nosso problema do chamado falido sistema previdenciário brasileiro?
3. E se os fundos de pensões do nosso Estado e do nosso país revelassem assinaturas, datas e maiores dados de ordens emanadas de gabinetes vários para que comprassem títulos evidentemente pré-podres antes das eleições recentes, digamos, as três últimas? Os seus balanços certamente apresentariam maiores rentabilidades...
4. E se alguém realmente interessado em aclarear falcatruas em nosso país reabrisse todas as operações do antigo DNER, digamos dos últimos trinta anos? Teríamos talvez de volta tanto dinheiro que daria para implantar sistemas de transporte ferroviário perfeito, com trens-bala ligando o país inteiro. Um chute meu, mas não estaria longe da realidade.
5. E se alguém pedisse que os diários oficiais divulgassem realmente todos os títulos emitidos pelos Governos dos Estados, que levaram a denominação de precatórios, para responsabilizar quem os emitiu e quem prevaricou nos cargos e nas funções exercidas?
6. E se os bancos oficiais publicassem suas normas internas que estabelecem juros menores para seus funcionários, sistemas habitacionais subsidiados que afrontam leis e regulamentos estabelecidos para os cidadãos comuns, os maiores contribuintes e mantenedores do poder público?
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