terça-feira, 26 de junho de 2007

Boas Novas, familiares principalmente

Bem, sempre me imaginei ter que dar uma notícia social envolvendo a minha própria família, sangue do meu sangue, como se diria melhor. Exerci a função de colunista social almejando mudar o estilo daquela pura badalação, fria e com palavras iguais, repetitivas a cada publicação. Isso foi por muito tempo. Em 1970, quando nasceu a minha primeira filha Clarissa, minha coluna não era social, era de clubes e o anúncio do nascimento foi feito pelos meus colegas de colunismo social, Dino Almeida, Carlos Jung, Kalil Simão e outros. Os nascimentos dos outros, Alessandra e Cassiano, também tiveram a costumeira modéstia, nunca falar de si ou de seus familiares na sua própria coluna.
A chegada das netas Sophia Cristina e Paula Beatrice, uma na fria Philadélphia e outra na cálida África do Sul, foi comemorada e festejada pelos familiares e amigos e por algumas notas em jornais. A vinda de Stella, aqui no Brasil, três anos atrás, foi festejada e comemorada por muitos, mas sem a possibilidade de notas em periódicos, pelas circunstâncias dos tempos e da vida.
Como hoje tenho este espaço, posso voltar a exercitar o colunismo social, com maior emoção, desta feita:
É que ontem, dia 25, nasceu meu primeiro neto varão, filho da filha mais velha, Clarissa e Sam Clark, que deve levar o nome de Oliver Thomas, segundo penso, nos Estados Unidos, cidade de Pendleton, Oregon, onde me encontro há mais de sessenta dias. Menino grande, comprido, veio se somar às alegrias familiares e integrar um time que vai se tornando cada vez mais forte e mais vigoroso, em termos de vida no mundo globalizado.
Claro que todos estão felizes com a vinda dele, deve ter olhos claros pelos sinais iniciais, pelas tentativas de abertura deles, e será um forte candidato a suceder mãe, pai e avôs no gosto pelos livros e pelas palavras e letras, pela ciência, pela vida plena que merece ter.
Se até o vetusto New York Times tem colunismo social, de eventos pessoais, é compreensível e normal haver um registro desses em nosso blog, modestamente falando.

Um comentário:

Maria disse...

Bemvindo Thomas
Meu abraço ao pais e vovós.
O filho homem é motivo para festas especiais. Surek cadê os charutos?
Cristina, minha amiga, a melhor parte da avó é ninar o fofinho.
Espero conhecer Thomas correndo pelo gramado do Passaúna e pegando sua porção cor Brasil.
Felicidade pra voc^e sua linda família, Clarissa.Deus os abençoe.
M Tereza